Es la vida un camino lleno de adversidades.
Algunos las encuentran paso a paso... otros cada tanto.
Pero la adversidad es como el viento... ¿quién podrá esquivarlo?
Es como la noche que llega con su oscuridad y nos rodea con su manto
negro.
De nada sirve jugar a las escondidas con ella pues, a la hora
señalada, descubre el escondite que habíamos elegido para escapar de ella... ¡y
nos gana...!
Por eso no la busco, pero ya no la eludo.
La adversidad...
Creo que es un recurso de la madre vida para enseñarnos.
¿Cuántas veces la adversidad me ha visto caer, rendido, a sus pies?
¿Cuántas veces, a lo largo de mi camino..., he conocido más la
aspereza y el color del suelo que el celeste de mis cielos?
¿Cuántas veces las adversidades fueron puertas selladas, montañas
escarpadas y precipicios al costado del camino?
La adversidad ha sido mi aula, mi examen y mi lección. ¡No por nada
adversidad rima con universidad...!
Acepto las adversidades en sus distintas dimensiones, porque mis
éxitos se miden proporcionalmente a sus tamaños.
Por eso cuando miro hacia atrás y a la vez miro mis manos llenas de
resultados, me doy cuenta que todo valió la pena..., como le valió la pena al
sembrador que sembró con esfuerzo, pero cosechó con satisfacción...
Y si fuera yo el resultado de una ecuación... diría que soy producto
de todos mis éxitos más mis adversidades multiplicado por mis ganas de crecer
menos los fracasos que tuve que enfrentar para lograrlo.
¡Mientras escribo esto ya presiento una adversidad... la huelo... la
intuyo...!
Pero aquí estaré... esperando... La aceptaré..., conviviré con ella
el tiempo que me tome vencerla..., la haré objeto de mi
análisis... y luego... la venceré.
Y luego otra... y otra. Y no quiero que se detenga.
Porque la vida es como el carrusel que gira y gira sin detenerse.
¡Y yo haré el intento, cada día..., de ganarme una vuelta más..., aunque tenga adversidades...!
Adversidades...
A vida é um caminho cheio de adversidades.
Alguns encontram-nas passo a passo... outros a cada tanto tempo.
Mas a adversidade é como o vento... quem poderá esquivá-lo?
É como a noite que chega com a sua escuridão e nos rodeia com o
seu manto negro.
De nada serve jogar às escondidas com ela, pois, à hora marcada,
descobre o esconderijo que tínhamos escolhido para lhe escapar... e
ganha-nos...!
Por isso, não a procuro, mas também já não a iludo.
A adversidade...
Creio que é um recurso da mãe vida para nos ensinar.
Quantas vezes a adversidade me viu cair, rendido, a seus pés?
Quantas vezes, ao longo do caminho..., conheci mais a aspereza e
a cor do chão que o azul celeste dos meus céus?
Quantas vezes as adversidades foram portas seladas, montanhas
escarpadas e precipícios na berma do caminho?
A adversidade tem sido a minha aula, o meu exame e a minha lição.
Não é por nada que adversidade rima com universidade...!
Aceito as adversidades nas suas distintas dimensões, porque os
meus êxitos medem-se proporcionalmente aos seus tamanhos.
Por isso, quando olho para trás e, ao mesmo tempo, vejo as
minhas mãos cheias de resultados, dou-me conta que tudo valeu a pena..., como
valeu ao semeador que semeou com esforço, mas colheu com satisfação...
E se eu fosse o resultado de uma equação... diria que sou
produto de todos os meus êxitos mais as minhas adversidades multiplicado pela
minha vontade de crescer menos os fracassos que tive que enfrentar para
consegui-lo.
Enquanto escrevo isto já pressinto uma adversidade...,
cheiro-a..., intuo-a...!
Mas aqui estarei... esperando... Aceitá-la-ei..., conviverei
com ela o tempo que me seja necessário para vencê-la..., fá-la-ei objecto das
minhas análises... e depois... vencê-la-ei.
E depois outra... e outra. E não quero que se detenha.
Porque a vida é como o carrossel que gira e gira sem se deter.
E eu farei a tentativa, a cada dia..., de ganhar uma volta
mais..., ainda que tenha adversidades...!
Sergio
22.01.2011
22.01.2011

