¿Tú... que das cuando recibes...?
Somos dueños de lo que damos, pero nunca de lo que recibimos...
Entonces, de lo que damos somos propietarios y de lo que recibimos simplemente receptores...
Así cada acción que nos afecta es como una carta escrita por el puño ajeno y nosotros sus destinatarios...
¡Y de nosotros depende la calidad de la respuesta...!
He recibido amor en mi vida, de muchas personas..., y siempre he tratado de devolver amor..., aún teniendo la alternativa de la indiferencia o del rechazo..., pero no las he usado..., pues quien busca para dar amor está brindando lo mejor que puede producir de si...
He sido destinatario de odios también..., pero ahí he tratado de retribuir una pausa para entender por qué de ese sentimiento que, involuntario, produje en otro... Y a veces no entiendo...
Pero cada actitud de esas ha servido para analizar mis acciones y entender que cada persona es un ente particular y necesita de mí un trato particular también... y trato de no herirla con acciones que a otros le son indiferentes...
Pero cada actitud de esas ha servido para analizar mis acciones y entender que cada persona es un ente particular y necesita de mí un trato particular también... y trato de no herirla con acciones que a otros le son indiferentes...
También me han regalado, a lo largo de mi vida, nuevas oportunidades cuando me he equivocado..., por eso yo jamás cierro la puerta a quien quiera volver a mí..., y si la entorno trato que quede entreabierta para que sepan que estoy esperando y, si alguna vez cerré mis puertas, quien me conoce sabe que jamás giré mis llaves en mis cerraduras... y que, si hace un esfuerzo..., podrá encontrarme, adentro..., esperándole...!
Y si de tiempos hablamos...!
He recibido tiempos de quienes consideraron que estar a mi lado estaba bueno..., por eso..., aún las ocupaciones, las urgencias..., el frenesí diario y esta vida acelerada no han logrado que yo no pueda sacar espacios de tiempos de donde no los hay... para dedicarles eso a aquellos que no piden gran cosa, (...o sí...) que es que yo les brinde una parte de mi tiempo..., que es lo mismo que regalarles una parte de mi vida...
Y si de tiempos hablamos...!
He recibido tiempos de quienes consideraron que estar a mi lado estaba bueno..., por eso..., aún las ocupaciones, las urgencias..., el frenesí diario y esta vida acelerada no han logrado que yo no pueda sacar espacios de tiempos de donde no los hay... para dedicarles eso a aquellos que no piden gran cosa, (...o sí...) que es que yo les brinde una parte de mi tiempo..., que es lo mismo que regalarles una parte de mi vida...
Podría yo hablar de tantas cosas que me dan y del intento que hago cada día por devolver, siempre algo mejor...!
A los errores trato de devolver en forma de perdón...
A los rechazos les re-envío aceptación...
A las palabras fuertes e hirientes le alcanza, a veces, mi silencio..., hasta que, ellas, se transforman en disculpas...
Porque no siempre una consecuencia se debe ajustar a la causa...!
Debes saber el valor de devolver una sonrisa a quien transmite amargura...
O ser compañía a quién miente diciendo que quiere estar solo...
O sembrar un consejo a quien se equivoca deliberadamente..., pero sabiendo que solo hay que esperar que el tiempo lo haga fruto...
¡Sí...! Trato cada día de devolver algo mejor de lo que recibo... ¡Trato...!
Y si hay ocasiones en que me he encontrado débil para dar tanto me conformo con sólo “dar”..., hasta que nuevas fuerzas me dejen devolver más...!
Pero le pido a Dios que, de la “fuente” de mi vida, solo brote alivio y frescura, que de ella fluya, cada día, agua nueva y constante para saciar la sed del que se acerca a mí en busca de descanso y amistad...
¡Así como tantas veces yo necesité acudir a la suya...!
Devoluções...
Tu... que dás quando recebes...?
Somos donos do que damos, mas nunca do que recebemos...
Então, do que damos somos proprietários e do que recebemos simplesmente receptores...
Assim, cada acção que nos afecta é como uma carta escrita pelo punho alheio e nós os seus destinatários...
E de nós depende a qualidade da resposta...!
Tenho recebido amor na minha vida, de muitas pessoas..., e sempre tratei de devolver amor..., ainda tendo as alternativas da indiferença ou da recusa..., mas não as usei..., pois quem procura para dar amor está brindando o melhor que pode produzir de si...
Somos donos do que damos, mas nunca do que recebemos...
Então, do que damos somos proprietários e do que recebemos simplesmente receptores...
Assim, cada acção que nos afecta é como uma carta escrita pelo punho alheio e nós os seus destinatários...
E de nós depende a qualidade da resposta...!
Tenho recebido amor na minha vida, de muitas pessoas..., e sempre tratei de devolver amor..., ainda tendo as alternativas da indiferença ou da recusa..., mas não as usei..., pois quem procura para dar amor está brindando o melhor que pode produzir de si...
Fui destinatário de ódios também..., mas aí tratei de retribuir uma pausa para entender o porquê desse sentimento que, involuntário, produz outro... E, às vezes, não entendo...
Mas cada atitude dessas serviu para analisar as minhas acções e entender que cada pessoa é um ente particular e necessita de mim um trato particular também... e trato de não a ferir com acções que a outros lhes são indiferentes....
Mas cada atitude dessas serviu para analisar as minhas acções e entender que cada pessoa é um ente particular e necessita de mim um trato particular também... e trato de não a ferir com acções que a outros lhes são indiferentes....
Também me ofereceram, ao longo da minha vida, novas oportunidades quando me equivoquei..., por isso eu jamais fecho a porta a quem queira voltar a mim..., e se a encosto trato que fique entreaberta para que saibam que estou esperando e, se alguma vez fechei as minhas portas, quem me conhece sabe que jamais rodei as chaves nas minhas fechaduras... e que, se faz um esforço..., poderá encontrar-me, dentro..., à sua espera...!
E se de tempo falamos...!
Tenho recebido tempo dos que consideraram que estar a meu lado era bom..., por isso..., ainda as ocupações, as urgências..., o frenesim diário e esta vida acelerada não lograram que eu não possa arranjar espaços de tempo de onde não os há... para dedicar-lhes isso àqueles que não pedem grande coisa, (...ou sim ...) que é, que eu lhes brinde uma parte do meu tempo..., que é o mesmo que oferecer-lhes uma parte da minha vida...
Tenho recebido tempo dos que consideraram que estar a meu lado era bom..., por isso..., ainda as ocupações, as urgências..., o frenesim diário e esta vida acelerada não lograram que eu não possa arranjar espaços de tempo de onde não os há... para dedicar-lhes isso àqueles que não pedem grande coisa, (...ou sim ...) que é, que eu lhes brinde uma parte do meu tempo..., que é o mesmo que oferecer-lhes uma parte da minha vida...
Poderia eu falar de tantas coisas que me dão e da tentativa que faço dia-a-dia por devolver, sempre, algo melhor...!
Aos erros trato de devolver em forma de perdão...
Às recusas reenvio-lhes aceitação...
Às palavras duras e ofensivas basta-lhes, às vezes, o meu silêncio..., até que, elas, se transformam em desculpas...
Porque nem sempre uma consequência se deve ajustar à causa...!
Deves saber o valor de devolver um sorriso a quem transmite amargura...
Ou ser companhia a quem mente dizendo que quer estar só...
Ou semear um conselho a quem se equivoca deliberadamente..., mas sabendo que só há que esperar que o tempo o faça fruto...
Sim...! Trato cada dia de devolver algo melhor do que recebo... Trato...!
E se há ocasiões em que me encontrei débil para dar tanto, conformo-me com apenas “dar”..., até que novas forças me deixem devolver mais...!
Mas peço a Deus que, da “fonte” da minha vida, só brote alívio e frescura, que dela flua, dia-a-dia, agua nova e constante para saciar a sede do que se aproxima de mim em busca de descanso e amizade...
Assim como tantas vezes eu necessitei acudir à sua...!
Sergio
24.07.2010
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